É através do medo
Seu início, meio e fim
O medo que mantém submissos
O medo que aprisiona
O medo de perder
O medo do caos
O medo de não ter futuro
O medo de sair da ilusão
O medo de não ter dinheiro
O medo da verdade
O medo da justiça
O medo da igualdade
Vive-se de medo.
O medo que mantém submissos!
“[...] o Estado nunca enfrenta intencionalmente a consciência intelectual ou moral de um homem, mas apenas seu corpo, seus sentidos. Não está equipado com inteligência ou honestidade superiores, mas com força física superior.” Henry Thoreau
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Não nos calarão!
Leonardo Miranda
é natalense e tem apenas 23 anos, mas uma anônima, intensa e
apartidária militância política. Foi um dos militantes que ocupou a
Câmara Municipal do Natal por 11 dias, entre 7 e 16 de junho de 2011,
tendo resultado na instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito dos
Contatos (CEI dos Contratos). Durante esse período, Leonardo integrou a
Comissão de Ciranda, responsável por cuidar das crianças e adolescentes,
filhos das famílias pertencentes ao MLB (Movimento de Luta nos Bairros,
Vilas e Favelas) e MST (Movimento dos Sem Terra), que também se uniram
ao acampamento.
Enquanto atuava na Ocupação da CMN, Leonardo dividia seu tempo
entre a luta da manifestação - que cobrava dos vereadores seu devido
trabalho de investigar as muitas irregularidades cometidas na atual
gestão municipal, chefiada pela prefeita Micarla de Sousa (PV) - e seu
trabalho de conclusão do curso de Pedagogia (UFRN) sobre o Portal do Professor - site do Ministério da Educação que tem o objetivo de auxiliar os professores de todo o país no sacerdócio da educação.
Finalizada
a ocupação da casa legislativa da capital, Leonardo Miranda mudou seu
endereço para o acampamento que foi montado em frente à sede da
Governadoria do Rio Grande do Norte, no Centro Administrativo, que ficou
conhecido como #LevantedoElefante, protesto contra o contingenciamento
de verbas para a Educação, aplicado pela governadora do Estado, Rosalba
Ciarlini (DEM), por sete dias.
Este protesto, também articulado pelas redes e
mídias sociais, se deu em consequência do deslocamento dos estudantes da
Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) que ocuparam,
simultaneamente ao #ForaMicarla, o Diretório Regional de Educação de
Mossoró. Esse movimento ganhou o nome de COMEM, e durou vinte e cinco
dias.
Durante os meses seguintes, Leonardo persistiu e tentou acompanhar in loco
os trabalhos da CEI dos Contratos, que foi instaurada por força da
Ocupação da Câmara, em junho. Entretanto, em muitas ocasiões, os
vereadores ordenavam que as portas da Casa fossem fechadas durante as
sessões da Comissão Especial de Inquérito.
Em um dos raros dias em que conseguiram
adentrar à Casa do Povo, os manifestantes - portando faixas e cartazes -
gritaram pelo impeachment da prefeita de Natal, Micarla de Sousa (PV),
assim como protestaram contra a lentidão da Justiça em julgar a Operação Impacto, processo criminal que tem como réus vários vereadores da Câmara Municipal do Natal.
Eles
receberam propina de grandes construtoras para derrubar vetos do
ex-prefeito da cidade sobre o Plano Diretor. Essas empresas desejavam
construir imensos edifícios em áreas não adensáveis – muitas delas
demarcadas como áreas de proteção ambiental.
Ao chegar em casa, Leonardo postou mensagens em seu perfil no Twitter, em tom de desabafo, dirigidas ao vereador Júlio Protásio (PSB), relator da CEI dos Contratos da Prefeitura de Natal e um dos principais réus da Operação Impacto, cuja a cassação foi pedida pelo Ministério Público. Ele disse pela rede de microblogs que o vereador seria um "verme" e um "canalha".
No momento, Leonardo está impossibilitado
de andar e sequer sair da cama, pois passou recentemente, em 29 de
novembro, por uma cirurgia delicada para reparar os ligamentos do joelho
esquerdo, contusão comum no futebol, uma de suas paixões. Desempregado,
Leonardo conseguiu concluir seu curso superior de Pedagogia, mesmo após
um ano de intensa dedicação à sua militância social. Torcedor do
Corinthians, ele tem como ídolos o educador Paulo Freire e Dr. Sócrates,
cujos pensamentos auxiliam em seu processo de formação e evolução
pessoal.
Em razão de suas declarações no Twitter,
Leonardo está sendo processado por danos morais pelo vereador Júlio
Protásio, que cobra uma indenização no valor de R$ 21 mil (Vinte e um
mil Reais). O pedagogo diz que não se sente intimidado, tampouco
demonstra medo. E afirma que o parlamentar sempre procurou intimidar
manifestantes e impedir que eles tenham voz.
A notícia do processo já corre aos quatro
cantos e, na internet, o assunto tem sido destaque nas redes sociais e
não chega a dividir opiniões. Em sua maioria, os comentários se mostram
indignados com a atitude do vereador de destinar tempo ao que ele chamou
de “agressões pessoais pelo Twitter”.
Militantes, inclusive, lançaram as
campanhas #TodosSomosLeonardo e #MeProcessaJúlioProtásio, no Twitter, em
apoio ao militante e à liberdade de expressão, assim como para
arrecadar o valor da indenização em moedas. O parlamentar ainda ganhou
um perfil no microblog em sua homenagem, batizado de @JúlioImpacto.
Se você também se indigna com a atitude do
vereador, twitte, blogue e link este assunto. Afinal, a democracia não
pode ser uma ilusão.
link: http://primaverasemborboleta.blogspot.com/2011/12/nao-nos-calarao.html
link: http://primaverasemborboleta.blogspot.com/2011/12/nao-nos-calarao.html
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Partidos e Anonymous
O movimento #Occupy não é representado por partidos e grupos coligados; precisamos dialogar com as pessoas, não com bandeiras, sem rótulos, sem
interesses partidiários que se atacam. Queremos algo novo, nenhum partido representa a totalidade do povo, se representassem não estariamos como estamos.
O #anonymous é uma ideia, as pessoas que aderem essa ideia formam um movimento, não há líderes, não há cúpulas. Somos uma organização civil, somos um ato político, não um partido. Queremos quebrar paradigmas, não acreditamos na estrutura partidária, não menos corrompida pelo sistema político que combatemos!
Nós não esquecemos @JulioProtasio
Denúncia da propina está na Justiça
Victor Vidal
Depois de um ano de
investigações da Polícia Civil e do Ministério Público, o Tribunal de
Justiça do Rio Grande do Norte recebeu a denúncia resultante da Operação
Impacto e abriu processo contra 22 pessoas acusadas de participação num
esquema de pagamento de propina a vereadores para garantir a derrubada
de vetos do prefeito Carlos Eduardo a emendas do Plano Diretor de Natal,
durante votação na Câmara Municipal, em julho de 2007.
Treze
vereadores foram denunciados pela prática do crime de corrupção
passiva: Emilson Medeiros, Dickson Nasser, Geraldo Neto, Renato Dantas,
Adão Eridan, Adenúbio de Melo, Aluisio Machado, Carlos Santos, Júlio Protásio
da Silva, Aquino Neto, Edson ""Sargento"" Siqueira, Salatiel de Souza e
Edivan Martins. Pelo mesmo motivo, foi denunciado o suplente de
vereador Sid Fonseca, que na época da votação substituía Adão Eridan na
Câmara.
Apontado como um dos corruptores
do esquema, o empresário Ricardo Abreu, proprietário da Abreu Imóveis,
foi denunciado por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Outras pessoas
do seu vínculo familiar e profissional também foram indiciadas: sua
esposa Cristiana Barreto do Amaral Abreu, por corrupção ativa; os
advogados José Cabral Pereira Fagundes e Joseilton Fonseca da Silva; e o
consultor imobiliário João Francisco Garcia Hernandes, todos acusados
de lavagem de dinheiro.
Também foram
denunciados por corrupção passiva três funcionários públicos lotados na
Câmara Municipal de Natal: Klaus Charlie Nogueira Serafim de Melo,
assessor de Emilson Medeiros; Francisco de Assis Jorge de Souza, do
gabinete de Geraldo Neto; e Hermes Soares Fonseca, assessor do
presidente da Câmara Dickson Nasser. Eles, segundo a denúncia, foram
incumbidos pelos seus superiores hierárquicos de cumprirem a ordem
manifestamente ilegal de arrecadação da vantagem indevida e distribuição
do dinheiro pago pelos empresários.
O
relatório do MP diz que, no curso do processo legislativo de elaboração
do novo Plano Diretor de Natal, durante o primeiro semestre e início do
segundo semestre de 2007, os vereadores denunciados pelo Ministério
Público aceitaram promessa de vantagem indevida para que, no exercício
dos mandatos, votassem conforme os interesses de um grupo de empresários
do ramo imobiliário e da construção civil ""que se formou para
corromper, mediante pagamento de dinheiro, as consciências dos
representantes do povo natalense"".
Os
promotores afirmam que os vereadores foram estimulados pelo oferecimento
e a promessa da vantagem indevida, em valores iguais ou superiores a R$
30 mil para cada um deles, obedecendo a uma tabela previamente
escalonada de valores. ""Formaram um grupo coeso que se articulou entre
si durante todo o processo legislativo mencionado sob a promoção,
organização e direção do denunciado Emilson Medeiros dos Santos, que,
como Engenheiro Civil, em face das suas relações pessoais com
empresários dos ramos da construção civil e imobiliário, funcionou como
elo de ligação entre os edis e os empresários"", diz um trecho da
denúncia.
O MP atribui ao presidente da
Câmara, Dickson Nasser, o que seria a segunda posição na hierarquia do
esquema, tendo papel inferior apenas a Emilson Medeiros. Além disso
Nasser é acusado de promover e organizar a cooperação no crime e dirigir
a atividade dos demais agentes. Segundo o MP, em razão da aceitação da
promessa da vantagem indevida, os vereadores denunciados votaram, com
êxito, conforme acertado com os empresários corruptores, pela rejeição
dos vetos do Chefe do Executivo às emendas parlamentares ao Plano
Diretor de Natal, na sessão da Câmara Municipal do dia 03 de julho de
2007.
CORRUPÇÃO
De
acordo com a denúncia, o empresário Ricardo Abreu e sua esposa
Cristiana Abreu ofereceram e pagaram de R$ 100 mil aos vereadores
denunciados por meio de dois cheques de R$ 50 mil. Os pagamentos foram
ordenados por Ricardo Abreu, na qualidade de dirigente da pessoa
jurídica Abreu Imóveis, e assinados por Cristiana Abreu, favorecendo
nominalmente Francisco de Assis Souza, assessor de Geraldo Neto, que
teria sido destacado para esse fim pelo grupo de vereadores do suposto
esquema.
Os denunciados José Cabral
Pereira Fagundes, João Francisco Garcia Hernandes e Joseilton Fonseca da
Silva, em co-autoria com Ricardo Abreu, são acusados de forjar um
contrato de compra e venda de imóvel com o propósito de dissimular a
movimentação, a origem, o destino e a natureza do dinheiro pago aos
vereadores.
Segundo a denúncia, para
forjar a transação, Ricardo e Cristiana Abreu emitiram dois cheques de
R$ 50 mil em favor de Francisco Assis Jorge de Souza, que figura como
vendedor de um apartamento no edifício Riomar, na Avenida Deodoro da
Fonseca, em Natal. João Francisco Garcia Hernandes e Joseilton Fonseca
da Silva apresentam-se como testemunhas no documento. Ricardo Abreu
consta no documento como comprador do imóvel.
O
documento de compra e venda, cuja cópia foi apresentada na denúncia,
foi apreendido em diligência de busca e apreensão na residência Ricardo
Abreu no dia 27 de julho do ano passado. Segundo o MP, o mesmo
documentofirmou-se como álibi de Ricardo e Cristiana Abreu no inquérito
policial a explicação de que os referidos cheques, no valor total de R$
100 mil significaram a primeira parcela do pagamento da suposta compra
do apartamento de José Cabral Pereira Fagundes, ""dissimulando, como se
fora negócio lícito, a movimentação, a origem, a destinação ilícita e a
natureza dos valores pagos aos vereadores"", denunciam os promotores.
Entidades de Mãe Luíza deflagram denúncia
No
dia 7 de maio de 2007, o Ministério Público iniciou investigações para
apurar denúncias publicadas na imprensa e uma representação formulada
pelo Fórum de Entidades de Mãe Luíza dando conta de um suposto esquema
de corrupção de vereadores para aprovação de emendas ao projeto de lei
do novo Plano Diretor de Natal. As especulações ganharam contornos reais
no dia 28 de junho, quando a procuradora do município Marise Costa
procurou o Ministério Público para relatar uma conversa que teve com o
suplente de vereador Sid Fonseca, na época substituindo Adão Eridan, que
estava de licença médica.
Em depoimento,
a procuradora contou que no dia 27 de junho foi procurada por Sid
Fonseca para tratar sobre a votação do Plano Diretor. Ele denunciou à
procuradora que estava sendo pressionado por Adão Eridan para votar
contra o veto do prefeito a três emendas do projeto de lei. Isso porque,
segundo o relato, havia um esquema armado na Câmara para derrubar os
vetos em troca de dinheiro. Sid contou a ela que Adão Eridan estava o
pressionando porque já tinha acertado o voto e queria receber o dinheiro
do acordo. Segundo o relato de Sid Fonseca, Adão Eridan disse que
estava com pendências financeiras e precisava receber os R$ 15 mil
acertados.
Diante dos fatos relatados
pela procuradora Martise Costa, o Ministério Público expediu imediata
requisição de inquérito policial à Delegacia de Defesa do Patrimônio
Público e requereu ao Poder Judiciário, no dia 29 de junho, a
interceptação de comunicações telefônicas de 16 dos 21 vereadores do
município, indicando os números telefônicos cadastrados junto ao
Cerimonial da Prefeitura Municipal de Natal. Somente nesta denúncia são
reproduzidos 114 diálogos entre os denunciados.
No
dia 11 de julho de 2007, o MP e a Polícia Civil deflagaram a Operação
Impacto, que culminou de imediato em 16 mandados de busca e apreensão
nos gabinetes parlamentares, residências e um escritório dos vereadores
Dickson Nasser, Geraldo Neto, Adenúbio Melo, Renato Dantas, Emilson
Medeiros, Júlio Protásio, Salatiel de Souza e Sargento Siqueira.
Além
de documentos, CD"s e computadores, foram apreendidas quantias em
espécie no valor de R$ 77 mil na casa de Geraldo Neto, R$ 12,4 mil na
casa de Emilson Medeiros e de R$ 5 mil embaixo do tapete do carro de
Sargento Siqueira. Com a autorização da quebra do sigilo telefônico de
16 dos 21 vereadores, o MP conseguiu interceptar diversos diálogos nos
quais tratam da divisão do dinheiro relativo à propina acertada
anteriormente que levaram os promotores a confirmar a existência ""do
grave esquema de corrupção"".
No decorrer
das investigações, o delegado Júlio Rocha descobriu ramificações e
chegou a cumprir mandado de busca e apreensão na sede da Abreu Imóveis,
na casa do proprietário da imobiliária, Ricardo Abreu, e no escritório
de contabilidade da empresa. Depois, Ricardo Abreu e sua esposa
prestaram depoimento. O delegado também ouviu vários assessores de
gabinetes da Câmara Municipal.
Julio Protásio ou #julioimpacto
O vereador Júlio Protásio, mais conhecido entre nós, e para melhor distinção, por #julioimpacto, está processando ocupante da câmara Leonardo Sinedino. Divulgaremos!
Problema de energia? #opamazonia
Em um grupo de discussão tecemos algumas considerações sobre o que representa a construção de Belo Monte. O problema é de energia?
Debatemos que o Problema do Brasil não é fonte de energia elétrica, se tratando de renovável, mas NÃO SUSTENTADA hidréletrica - e se fossemos pensar o grande potencial solar e eólico do Brasil, fontes que permanecem alienadas a uma lógica econômica que serve atualmente ao grande capital nacional e internacional destrutivos: veríamos que são mais viáveis, pensando os custos econômicos, sociais e ambientais, que o paradigma das hidréletricas.
Vimos o grande disperdício de energia só na transmissão, pois as instalações de transmissão brasileiras são velhas e inadequadas, ou seja, são mal feitas, ocorrendo o chamado efeito Jaule, a perda de milhões de kw, desde da sua produção até chegar a casa das pessoas; ademais o consumo inconsciente de brasileiros estupidamente sem informação, o disperdício que não só se refere a eletricidade, mas a água, alimentos etc, por sinal, ideia que também justifica a estupidez da construção de Belo Monte, a primeira de um projeto que pretende massacrar as florestas e os povos que dependem dela - E NÓS DEPENDEMOS DAS FLORESTAS?
Primeiro, a usina que abrirá estradas, clareiras no meio da mata, facilitará o transporte da madeira que é retirada ilegalmente da floresta, pois não existe fiscalização; segundo, o interesse das empreiteiras que se beneficiarão e se beneficiam das obras superfaturadas, as mesmas construtoras que apoiam as campanhas políticas em tempos de eleição, e do atual governo. A exasperada demarcação de terras que está fazendo o governo federal e a presença de algumas, estrageiras, pseudo ONGs (não são todas) na região amazônica não revela os seus reais propósitos...
Reafirmo o grande interesse sobre a maior reserva de nióbio do mundo (98% está aqui) na Amazonia, a matéria-prima necessária a formação das ligas metálicas: Europa, EUA, China, são 100% dependentes desse elemento. 55% do nióbio extraído é subfaturado, oferecido as mineradoras internacionais, enfim, para comprarmos o produto final mais caro, porque não produzimos, em um verdadeiro sistema colonial. 45% é extraído de forma ilegal ou "extra-oficialmente" via o contrabando para o exterior. Não foi atoa que o publicitário Marcos Valério, investigado na CPI do Correios afirma: “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”. E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.
Nada é investigado, o Brasil vive um retrocesso na legislação ambiental, por que não social, em meio a cultura de impunidade, dezenas de lideranças estão sendo assassinadas e marcadas para morte, uma indústria de morte, que o Estado é omisso, pois não duvidemos que se beneficia também deste processo perverso. Quando não é a violência criminosa, é a violência do Estado, que concentra mais poder nas mãos das elites, e preserva a estrutura econômica e social da desigualdade.
link: www.blogdopaulonunes.com/v3/2011/04/21/niobio-o-metal-que-so-o-brasil-fornece-ao-mundo-uma-riqueza-que-o-povo-brasileiro-desconhece-e-tudo-fazem-para-que-isso-continue-assim/
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